Chuvas torrenciais vêm castigando o aquipelago da madeira. Regiao autonoma de Portugal o arquipelago da madeira situa - se a 600 km de Marrocos provocou até agora 42 mortes, segundo o corpo de bombeiros de portugal.

A ilha possui em sua extençao 740 quilometros quadrados, seu interior é muito rochoso e repleto de vales, possui altitude media de 1.300 metros o que agrava o perigo com a presença de chuvas fortes.

Zona de encontro de duas fortes correntes maritimas, o arquipelago que possui clima temperado, nesta epoca é sujeito a fortes chuvas e grande quantidade de agua. A corrente quente do golfo, segue para o norte em sentido à groelandia e parte da corrente se desloca para a regiao temperada ao sul do reino unido e o litoral da espanha, ao mesmo tempo a corrente fria da canaria se se desloca para o sul partindo da regiao noroeste do continente africano. Tal acontecimento gera na regiao uma zona de refluxo de agua fria, tal fato que nesta epoca do ano, e com interferencia dos fortes ventos, geram fortes chuvas em um curto periodo de tempo, as chuvas torrenciais.

Se nao fosse a açao do homem em buscar cada vez mais a busca de lucro, instalando resorts, cidades, e aglomeraçoes na encosta de vales e proximo aos rios, talvez os estragos não seriam tao grandes.


É estranho pensarmos em ambito mundial como uma simples pilha pode ser prejudicial a uma série de diferentes fatores.

A pilha e/ou bateria é uma combinação quimica de diferentes elementos para se produzir energia elétrica, o problema é que estes elementos são altamente corrosivos e prejudiciais não só para o meio ambiente como também para a saúde humana. Mercurio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês níquel e lítio são os metais presentes.

Os problemas causados por estes metais são muito grandes, a presença de uma pequena pilha expostao aos intemperismos climátios diariamente, facilitam a contaminação de lençóis freáticos, contaminação de solos, as pessoas que trabalham com os lixos normalmente não tem uma proteção adequada para o manejo com estes tipos de metais.

O problema de tudo isso são os numeros, atualmente no Brasil são produzidos 240 mil toneladas de lixo por dia ( IBGE). Segundo IPT (instituto de pesquisas tecnologicas) cerca de 1% do lixo brasileiro é constituído por resíduos tóxicos urbanos, entre eles estão as pilhas, baterias, lampadas fluorecente etc. Parece pouco mas se fizer uma conta simples são 2.4 mil toneladas de metais corrosivos jogados no meio ambiente diariamente.

O problema com estes materiais começaram a se agravar com o salto da tecnologia, a partir da década de 90, o facil acesso a estes aparelhos e a grande quantidade de produção levou ambientalistas e profissionais da saúde a prestarem atenção neste pequeno problema.

Em função disso, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) elaborou uma resolução (n° 257/99), que disciplina o descarte e o gerenciamento adequado de pilhas e baterias usadas. Consta, em seu artigo primeiro:

“As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos,..., após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado”.

A melhor forma de amenizar este problema, é aumentar a utilização de pilhas e baterias reciclavéis, e incentivar a deposição destes materiais já utilizados em seus lugares específicos, e é claro, cada um fazendo a sua parte.

Um salve pro querido Francisco Neto


Bom para minha primeira postagem, gostaria de citar algumas coisas que ando observando não só em nosso país também em nosso mundo.

É comum andarmos por ai, nos depararmos com pessoas que vivem dizendo que reciclam lixo, economizam agua e se preocupam com o meio ambiente mas os estudos nao dizem isso não. Um estudo feito pela Akatu mostrou que 86% dos jovens entre 18 e 35 anos, possuem baixa consciencia ambiental.

O estudo mostrou que esses " meninos " têm outras preocupações. Segurança pública e desigualdade social Vêm bem antes que a preocupação com o meio ambiente, é muito dificil ainda para alguns jovens conseguir associar segurança publica, desigualdade, fome, e outros problemas sociais com relação direta com o meio ambiente. Prova disso é que apenas 11 % consideram combater a degradação ambiental e a poluição como um problema global.

É incrivel como a contradição aparece muito nessas pesquisas, 64 % dos entrevistados utilizam o transporte publico, mas, 34% assumem que se tivessem condições iriam estar utilizando carro próprio

Dos entrevistados, 40% assumiram que possuem baixa consciencia ambiental pro falta de informação, falta muito ainda no Brasil propagandas governamentais, nas escolas o incentivo com a preocupação com o meio ambiente, e é claro, cada um fazendo sua parte.